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O ADVENTO DO ÁTOMO
CATÁSTROFE
APOSTAS
RESULTADOS
SEM SAÍDA
O FIM E O RECOMEÇO
NOVAS ALTERNATIVAS
O FUTURO
INEVITÁVEL
ADORMECIDA

Em 1962, a energia atômica brasileira deu enfim seus primeiros passos com a criação da Nucleabras. A empresa estatal que já vinha sendo proposta desde os tempos de Getúlio finalmente se tornou realidade e passou a escrever sua história com a abertura da primeira central de energia nuclear em território nacional em Angra, no Rio de Janeiro.
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O efeito psicológico do desastre de 1987, fez a própria Nucleabras que chegou a ser responsabilizada totalmente pelo ocorrido, frear o seu desenvolvimento em novas plantas de energia até a chegada do novo milênio. Passados bons anos do evento trágico e com uma melhora na aceitação pública, a energia atômica brasileira só voltaria a entrar em foco em 2017, com a inauguração conjunta da terceira central nuclear em Angra e da segunda central nuclear em São Paulo.
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Em 2035 são iniciada as construções das centrais nucleares no Amazonas e Mato Grosso pela Nucleabras. Cinco anos depois em 2040, organizações ambientais e comunidades indígenas começam a sentir o impacto causado no meio ambiente e planejam revoltas a longo prazo.
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Em 2045, uma revolta indígena massiva irrompeu na região de construção da central nuclear. Trabalhadores da Nucleabras começaram a serem atacados, com a polícia e posteriormente os militares sendo requisitados. Um trágico massacre se formou, terminando tragicamente com a vida de vários integrantes de comunidades da região que juraram vingança ao homem branco.

Em 2070, depois de anos dramáticos a Nucleabras finalmente declara falência. Suas concessões foram oferecidas pelo governo federal a diversas empresas privadas, tanto nacionais como internacionais. Líderes no ramo como a Poseidon Energy e a Mass Fusion mostraram um interesse inicial na compra majoritária dos ativos da empresa, mas foi apenas com uma parceria conjunta entre a Petrogás e a Vault-Tec que o negócio finalmente viu uma direção concreta.

A Petrogás vendo seus principais ativos petrolíferos ficarem cada vez mais escassos devido à valorização do recurso decidiu investir na energia atômica como uma alternativa para uma nova geração de uma indústria automotiva.

Já a Vault-Tec tinha planos mais ambiciosos, que envolviam desde o investimento em reatores potentes e miniaturizados para os seus refúgios quanto para projetos mais únicos envolvendo complexos multifuncionais. O Vault BR 004 consistia em um grande complexo construído nos arredores da capital federal, mais precisamente no Parque Nacional de Brasília.

Durante os anos após sua condenação pelos crimes durante o governo militar, a empresa sofreu um enfraquecimento e sucateamento massivo. Tentativas de retomada na construção das centrais abandonadas do Amazonas e do Mato Grosso esbarraram a autonomia que o governo federal deu as regiões com a criação das comunidades.

Com a chegada da Grande Guerra, um bombardeio nuclear surpresa diretamente sob a central nuclear do Vault BR 004 praticamente abriu o inferno sobre a região. A quantidade de radiação liberada pelo evento tornou toda a região central do país inóspita por mais de 100 anos, com o refúgio e os que chegaram a tempo nele não tendo a mínima chance de sobrevivência.
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O que restou da Nucleabras em si, todos os centros administrativos e as centrais nucleares é hoje completas pilhas de escombros ou mesmo abrigos a diversos tipos de criaturas dos ermos que se alimentam da energia restante de alguns reatores. Lendas de antepassados indígenas são contadas aos mais novos de como o homem branco se autodestruiu com sua própria sede pelo poder e de como a natureza retomou o que era dela por direito no final das contas.






























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